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A Infância deve ser respeitada: juntos na proteção e no cuidado.
Falar de infância é reconhecer que estamos diante de sujeitos de direitos — pessoas em desenvolvimento que precisam de cuidado, escuta e oportunidades reais para crescer com dignidade. Ainda assim, para muitas crianças, o que deveria ser tempo de descobertas e proteção acaba sendo atravessado por situações que ferem profundamente sua integridade e limitam seus caminhos. No cotidiano do trabalho social, aprendemos que essas violações não acontecem por acaso. Elas são resulta
Sálua Rodrigues


Especial dia das Mães: Entre a escuta e o cuidado, maternidade solo e vulnerabilidade.
Quando a maternidade encontra a vulnerabilidade social, o que deveria ser cuidado muitas vezes se transforma em sobrecarga. Diante do abandono paterno e da ausência ou fragilidade da rede de apoio familiar, muitas mulheres passam a cuidar sozinhas de seus filhos.
Debora Cavalcante


Muito além da escola: caminho de autonomia para a jovens
Segundo dados do IBGE, o Brasil tem mais de 47 milhões de crianças e adolescentes. Uma parcela significativa enfrenta desafios como desigualdade social, falta de acesso a oportunidades e dificuldades na permanência escolar. Nesse cenário, projetos socioeducativos desempenham um papel essencial: complementam a educação formal e oferecem experiências que fortalecem a autonomia, a cidadania e o protagonismo juvenil. É nesse contexto que o CCA (Centro para Crianças e Adolescentes
Ana Claudia


Dia Mundial da Saúde: cuidar de forma integrada, saúde que acolhe, escuta e transforma
No Dia Mundial da Saúde, somos convidados a refletir sobre o verdadeiro significado de cuidar. Muito além da ausência de doenças, saúde é a possibilidade de viver com dignidade, segurança, vínculos fortalecidos e acesso a direitos. É nesse sentido que falar sobre saúde integral se torna tão importante. A saúde integral considera cada pessoa em sua totalidade: corpo, mente, emoções, relações familiares , condições de moradia, alimentação, acesso à educação, proteção e convivên
Erika Borges


Diversidade e acolhimento: quando educar também é resistir
No CCInter Clube da Turma , falar de diversidade não é apenas tema de roda de conversa — é prática diária, vivida, sentida e construída por cada educador e educadora que ocupa esse espaço com coragem e verdade. Somos muitos, somos plurais, e entre nós estão profissionais LGBTQIAPN+ que transformam o ambiente educativo em um território de acolhimento, respeito e resistência. Ser educador já é, por si só, um ato de responsabilidade. Mas ser educador e carregar na pele as marca
Jackson Nazário dos Santos.


MULHERES QUE TRANSFORMAM A HISTÓRIA DO SASF
A Assistência Social atua em diversos serviços, tanto da Proteção Básica quanto da Proteção Especial. O SASF (Serviço de Assistência Social à Família) é parte da proteção básica e atende famílias em domicílio em situação de risco e vulnerabilidade social. A maioria dessas famílias é beneficiária de programas de transferência de renda, como o Bolsa Família e o BPC (Benefício de Prestação Continuada). Grande parte delas é chefiada por mulheres — mães solo e avós que sustentam s
Adriana Lucia da Silva


Carnaval nas periferias: identidade cultural, resistência e transformação social
O Carnaval é uma das mais importantes manifestações da cultura popular brasileira, ultrapassando o caráter festivo para se afirmar como espaço de construção simbólica, identidade coletiva e resistência. Nas periferias urbanas, essa festa assume um papel central na produção cultural e na afirmação de sujeitos historicamente marginalizados, funcionando como um território de expressão política e social. Cultura que nasce da comunidade e se torna afirmação identitária O Carnava
Andreia Alves de Jesus


Férias de verão para crianças: atividades educativas e divertidas
Oba! Chegaram as Férias! E com elas, temos a melhor estação do ano: o verão. Tradicionalmente, as férias estão associadas ao descanso, ao lazer e a uma pausa na rotina escolar. Crianças e adolescentes anseiam por esse período, pois veem nele uma oportunidade de liberdade e diversão. Engana-se quem pensa que férias significam “não fazer nada”. O tempo livre que imaginamos como livre é, na verdade, um período fértil e produtivo. Férias e verão formam, sem dúvida, um par perfeit
Rafaela


Festas de fim de ano e a solidão da pessoa idosa.
As festas de fim de ano — Natal e Ano-Novo — são tradicionalmente associadas à união familiar, à celebração, aos encontros e à alegria. No entanto, para muitas pessoas idosas, esse período pode acentuar sentimentos de solidão, nostalgia, tristeza e exclusão . A ambivalência entre expectativa social e a realidade pessoal transforma dezembro num momento delicado para a terceira idade. Para muitos idosos, o período festivo potencializa o sentimento de perda — de entes queridos,
José Carlos - Psicólogo
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